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tanto já se escreveu sobre o ato de escrever, que é melhor não escrever mais nada

algumas ausências falam mais alto do que conversa de bar

a volta é sempre um retorno ao desconhecido que se disfarça de hábito

as coisas eternas não servem pra nada (às vezes ainda atrapalham o presente)

isto será apenas uma conversa entre minhas palavras e seus olhos

quantos agoras merecem virar um poema?

a melancolia e as baladas têm um complô

andou com o guarda-chuva aberto tanto tempo e nem chovendo mais estava

solidão é afeto da noite