You are currently browsing the monthly archive for dezembro 2011.

a sensação de saber que está
sem estar
em nada

suprime
não suprime — nem canta
a razão das consequências esquisitas

— a morte.
— que tola
— a única certeza.
— é.
— vai saber.

consegue
não consegue
sem pensar — pensando sobre
fazer o que está pra ser feito
porque nada deve

— nada pode ser.
— nada é relativo.
— a morte está exausta do seu conceito.

procura
os diálogos existem
se pergunta
como seria possível
cantar com um sorriso largo cada manhã
como anestesia de bêbado cansado, mas feliz
com todo o lodo das quinas — à noite, principalmente.

sorri da timidez que não a deixa participar do mundo
— é uma escolha.
— seus olhos de calmante estão pedindo para o silêncio.
— tudo bem.
— Boa noite.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.